Caros(as) Amigos(as)
Diariamente estamos sujeitos a 3000 anúncios
ou mensagens publicitárias, que não desejamos
nos submeter a elas, mas não tem jeito, elas estão
sempre ali, no ônibus, no metrô, nas ruas, nas
revistas, na televisão, etc. etc. etc. São
as propagandas tradicionais e que todos nós estamos
sujeitos. Queira ou não queira. Já se inventaram
de tudo para divulgação de uma propaganda.
E é exatamente neste ponto, quando nós consumidores,
já estamos fartos de tantos anúncios, que
o Marketing de Guerrilha esbanja ação. São
estratégias que fogem do tradicional e você
nem imagina que está sofrendo uma influência
de marketing. Os guerrilheiros do marketing montam estratégias,
normalmente feitas na rua, cujo principal objetivo é
atrair mídia espontânea e estar na mente das
pessoas, tipo: O que foi que eu vi? Normalmente são
estratégias de baixo investimento e com alto impacto.
Em 1929 Edward Louis Bernays, sobrinho
de Freud e um respeitado Relações Públicas,
criou a primeira ação de Marketing de Guerrilha
de que se tem notícia: Passou a seguinte DICA super
quente para a imprensa – Haverá uma manifestação
feminista e durante a manifestação iam acender
a tocha da liberdade. Quando todos os fotógrafos
chegaram, cada feminista, todas modelos contratadas, acederam
um LUCK STRIKE e fumaram na frente dos fotógrafos.
Lembre-se que em 1929 as mulheres NÃO fumavam em
público.
O grande segredo do Marketing de Guerrilha
é que a ação não pode parecer
propaganda e deve surpreender, intrigar e deixar o espectador
pensando: será que isso está acontecendo?
Quem não se lembra de uma cadeia
de hotéis, anunciando que selecionaria pessoas estressadas
para destruírem um de seus hotéis? Esta notícia
apareceu em mais de 50 países, veja bem, notícia
nos telejornais. Isto não passou de uma estratégia
de Marketing de Guerrilha, gerou mídia espontânea
e propaganda gratuita, pois a marca do hotel apareceu nas
principais emissoras de televisão do mundo em formato
de notícia e não de propaganda.
Embora um pouco condenado pela ética,
a emboscada é uma outra forma de Marketing de Guerrilha.
Trata-se de aproveitar-se de uma situação
onde tenha vários meios de comunicação
e promover uma marca. Na copa de 2004 durante a transmissão
de uma partida do Brasil, um torcedor abriu uma faixa com
a marca COC, no momento em que filmavam a torcida. Uma transmissão
ao vivo para mais de 100 países e não havendo
maneira de edição. Quem não se lembra
do desabamento da obra do Metrô em São Paulo
e apareceram várias modelos distribuindo RED BULL
para as pessoas que estavam trabalhando no resgate de vítimas.
Isso é emboscada, os meios de comunicação
não esperam que aconteça e quando acontece
já foi transmitido em rede nacional.
O Marketing Invisível é
uma outra forma de divulgação de marca ou
produto, onde o consumidor nem imagina que está sofrendo
a ação de uma propaganda. Pode ser aquela
bela garota que flerta com você em um bar na balada
e pede seu telefone e e-mail, em seguida saca o BLACKBERRY
da bolsa e anota. Em seguida faz comentários sobre
seu novo aparelho. Com certeza você irá comentar
com seus amigos sobre o acontecido e não deixará
de citar o BLACKBERRY da garota. Pronto, a ação
invisível transformou-se em um perfeito Marketing
Viral, cujo objetivo é a propagação
boca-a-boca.
A propósito: você gosta dos
nossos artigos? Então divulgue para seus amigos.
Não gosta? Então divulgue aos seus inimigos.
O importante é divulgar! Menos
que isso não interessa.
Marco Antonio Meira
Consultor de Marketing e Vendas